Archive for the ‘Arquitetura da Informação’ Category
Teoria da motivação:
Estuda os valores intrínsecos em relação da motivação e persistência ou intensidade na durabilidade desta relacionando a questão muito vista e comentada pelos behavioristas da questão do estimulo reforço.
Teoria do estimulo reforço:
Em uma visão bem behaviorista esta se dá pela relação do estimulo reforço, ex. um individuo com sede teria muito estimulo para obter água, já a água seria o seu reforço e o esforço para tal se daria pela teoria da motivação
– Valencia – Importância estipulada para recompensa
– Expectativa – Relação entre o esforço e a recompensa
– Instrumentalidade – Relação da crença entre performance e recompensa.
Teoria dos Fatores:
Relaciona estimulo resposta a fatores motivacionais, acessibilidade e meios para se concluir estes e fatores higiênicos relacionados aos meios e condições para se alcançar a resposta de forma a afetar a satisfação.
Teoria da Coerção:
É muito fácil identificar este método, pois através da imposição de medo, seja este a nível psíquico ou físico onde, por exemplo, o individuo executaria uma tarefa por meio de medo de um castigo físico como evitar uma pisa ou psíquico pelo medo da promessa de levar a pisa se não executar uma tarefa. Processos utilizados na época da escravidão existem controvérsias em uma sociedade capitalista no uso da coerção e distúrbios éticos ou caos em uma sociedade.
Tipos de Motivação:
A motivação é dividida em três tipos de acordo com os processos psíquicos envolvidos e uma vez que sabemos e catalogamos a sua importância na ergonomia e demais processos envolvidos na criação de uma interface vamos agora catalogar estas para melhor desenvolver nossos projetos a equivalência de seu intuito.
* Motivação primária e necessidades orgânicas:
Este tipo de motivação se refere aos estímulos relacionados às diversas necessidades fisiológicas como sede, fome e a necessidade de escapar da dor, todos os processos psíquicos e físicos intrínsecos a um individuo e a maioria dos vertebrados.
* Motivação primária e necessidade biológica:
Ao contrario das necessidades orgânicas as necessidades biológicas não são essenciais a sobrevivência, apesar de muitos acharem não poder viver sem sexo. Está de um modo geral associadas ao sexo, cuidado com a prole e agressão juntamente com a relevância da importância destas para um indivíduo, e que mais o aproximam do comportamento animal irracional.
* Motivação secundária:
Behavioristas como Maslow, Pavlov e Skiner falam de hierarquia das motivações e tratam as motivações secundarias como super poderosas e descendentes das necessidades primarias.
Veremos esta relevância simples na necessidade de trabalho ou sucesso associado a possibilidade de suprir as necessidades primarias, como por exemplo ganhar dinheiro para ter comida, água e um lugar para se abrigar da chuva, onde neste nível de hierarquia e relevância das necessidades a necessidade secundária poderia se sobrepor as primárias, muito bem elucidadas na pirâmide dos desejos de Maslow.
André Rossiter
compreenda a relevancia da interface
Interface do utilizador:
Refere-se ao condutor de características intrínsecas a um sistema e a maneira como seus usuários podem interagir com este e quando bem estruturados manipulam detalhes técnicos de entrada e saída de dados irrelevantes em sua teoria para quem o utiliza, porém imprescindível para eficácia de um sistema de interface inteligente e sua eficiência.
Interface homem-máquina:
Refere-se ao mesmo conjunto de técnicas e características intrínsecas a um sistema e a interação de seus usuários na relação com as máquinas como carro e os processos de produção relativos à interoperabilidade em sua totalidade para que estas sejam eficientes à relação destes.
Interface adaptável:
As interfaces podem ser manipuladas de acordo com a necessidade do sistema para a interface de usuário, por exemplo, o usuário poderia escolher a produção em um sistema avançado ou básico de acordo com o seu conhecimento relativo a este. Na interface homem X máquina, por exemplo, um carro teria uma interface diferenciada em nível de usabilidade para pessoas com necessidades especiais.
Interface de linha de comando:
Interage com a interface do utilizador para prover resultados e respostas que possam ser necessárias a funcionabilidade e usabilidade de um sistema como, por exemplo, formulários que interage com softwares de aplicativos de um servidor, pelas API´s para automatizar ou aprimorar um sistema.
Interface X repertório e mensagem:
Mais do que um visual bonito, interoperabilidade, usabilidade ou qualquer recurso de interface como acessibilidade, este material tem de ter conteúdo, argumentos, seguindo padrões estéticos e da teoria da informação. Também em seu acabamento, diagramação para que mais que conforto ao usuário de a este também interação e acrescente em algo ao mesmo, criando com isto o sucesso de uma interface, tornando esta possível de dar um feedback ou retorno a seus idealizadores.
Interface X Motivação & Ergonomia:
Dentro da analise ergonômica do desenvolvimento de uma interface, percebemos que sistemas e projetos têm um publico alvo, e que os processos motivacionais destes grupos e sua compreensão podem ajudar a desenvolver uma relação entre o usuário e a interface mais agradável a este e a sua interface mais que eficiente terá também coerência com a sua finalidade e a do projeto em si e uma relação maior de interação entre usuário e a interface de um sistema, aumentando a chance de sucesso deste, possibilitando e mensurando as etapas requeridas para este processo facilitando também a escalabilidade funcional e o feedback do mesmo.
André Rossiter
A ciência da informação teve como seu precursor Vannevar Bush em 1945, ele deu uma idéia que no início foi considerada conservadora e já existente, associada a biblioteconomia, porem estas tomaram proporções maiores e as pessoas começaram a debater estas idéias, relacionando o primeiro nome de arquitetura da informação ao Memex que era um apetrecho tecnológico que armazenava e recuperava documentos mediante associação de palavras chaves, que são relacionadas ao conteúdo do texto, facilitando o arquivamento, catalogação e como relatado a recuperação destes documentos.
Iremos neste capitulo relacionar as etapas da arquitetura da informação no nível da compreensão de seu funcionamento, relacionado a teoria e usabilidade pratica destes processos.
Condição da informação
São relacionados pelos principais autores e profissionais da área três tipos de atividades fundamentais para que haja condição e onde existe informação.
Labor onde são relacionados os processos biológicos, inerentes a existência humana nata a sua condição de existência que já nascem no ser humano, como por exemplo, o instinto, ato reflexo, que podem ser reformulados, novamente moldados ou adaptados as necessidades e experiências do indivíduo coexistentes a fatores sociais, crenças e demais assim como seu respectivo valor a estes.
Trabalho relatado não somente como produção profissional ou esforço físico para receber ou conquistar comida e futilidades de forma mundana, mas sim como todo e qualquer resultado de compreensão do que acontece no mundo ao nosso redor, a importância que esta tem no que seremos depois de vivenciá-las e a compreensão de como se dá este processo e todas as ciências envolvidas nesta compreensão.
Ação relacionada a condição humana de interação entre seus semelhantes e a importância desta nos processos cognitivos e perceptivos derivados dos sentidos natos ao ser humano como por exemplo: olfato, tato, paladar e demais, onde a cognição se dá pela forma que o indivíduo interpreta estes derivados de fatores relativos a semiótica cultural a principio ignóbil, porem muito relevantes derivados desta ação de interação com seus semelhantes e todas as informações absorvidas deste processo.
Marco da Ciência da informação
Entre 1945 e 1948, ouve o que gostaria de chamar pelos aspectos acadêmicos derivados de minhas pesquisas o marco da ciência da informação o (Eniac e depois o Univac) que foi o primeiro computador de aplicações geriais descoberto por Alexander Fleming com ajuda de outros cientistas.
Foi então que os estudiosos perceberam a importância da compreensão da arquitetura da informação e a possibilidade de manipular a informação para as mais diversas áreas de interação humana e relevância a possibilidade de sua existência com um perfeito sofisma que seria um argumento que poderia parecer aparentemente válido mas que na realidade não é conclusivo que pode induzir o leitor ou interlocutor a acreditar ou supor algo que não é verdade com má fé entendendo a realidade ou a verdade de forma relativa a sua crença ou conhecimento e propriedade como esta é transposta de acordo com os paradigmas deste processo da ciência da informação.
Após Vannevar Bush ter introduzido o verdadeiro conceito da ciência da informação, foi com a publicação de Proceedings num decorrer de 10 anos com 732 páginas que a gestão da ciência da informação foi reconhecida e recebeu então o status acadêmico, mantendo porem a idéia inicia de Vannevar Bush, diferenciando desta vez porem o que era o fator principal de empecilho do reconhecimento desta como ciência neste documento a diferenciando da biblioteconomia.
Fluxos de Informação e conhecimento
A equiparação da psicologia e da sociologia pode ajudar a interpretar e compreender melhor a diferença da ciência da informação e a biblioteconomia, a psicologia estuda o indivíduo como um todo ou como o centro de uma problemática enquanto que a sociologia estuda o reflexo da sociedade no individuo.
Relacionar a psicologia e a sociologia parece irrelevante, porem é extremamente importante para o estudo tanto da biblioteconomia quanto da ciência da informação uma vez que estes anteriormente descritos fazem relação da percepção e cognição do mundo ao nosso redor e a relevância da interação com o mundo ao seu redor em relação a condição humana e os demais se utilizam destes conhecimentos de forma um pouco mais aprofundada e focada de forma diferenciada nestes processos de memória, semiótica cultural ligados a informação e sua relevância no conhecimento.
Bem a Biblioteconomia estuda todo o processo descrito no Memex de armazenamento das idéias, textos e afins em palavras chaves e sua catalogação que tenham relevância a sociedade enquanto que a ciência da informação engloba a multidisciplinaridade epistemológica e exata de diversas ciências, porem enquanto a biblioteconomia relaciona mais a relevância do armazenamento da informação e catalogação destes alem de persistência destes dados relacionados a memória e demais fatores intrínsecos ao armazenamento destas, seja por qual motivo ou meio a ciência da informação estuda como o indivíduo responde a estes, a relevância da ação e trabalho irrelevantes a princípio para a biblioteconomia.
Existem dois momentos distintos do fluxo da ciência da informação, onde no primeiro envolve todo ritual de solidão fundamental a produção de conhecimento e informação e depois a descrição ou disseminação destes citados.
Tempo X informação e conhecimento.
Aqui irei me aprofundar mais sobre a questão da memória uma vez que em design de interface citei percepção, e cognição e algumas de suas teorias e exemplos.
Memória sendo a capacidade de adquirir ou armazenar, dados informações ou qualquer tipo de dado, com a consolidação destes, ou seja, como estes ganham relevância referentes a sua persistência na memória e depois recuperá-las em relação aos processos feitos por fatores interiores a condição humana e internos a função biológica deste internamente no cérebro, sejam estes externos artificiais ou internos biológicos.
Sendo o primeiro talvez diferenciado do segundo em minha concepção mais relevantes a fatores da aventura do olhar, ou seja, como vemos o mundo e os receptores da informação.
Sendo o processo da memória descrito pelos estudiosos da área em duas vertentes, memória declarativa e memória não declarativa, onde a declarativa como o próprio nome diz, refere-se a grosso modo em saber como algo aconteceu, e a não declarativa em como isto aconteceu, a memória pode também ser a curto prazo onde lembramos do acontecimento por algum tempo depois ele perde a sua relevância e acaba por entrar no esquecimento, a memória pode ser imediata onde decoramos por exemplo um numero de telefone por um segundo e no segundo seguinte já não sabemos mais aquele numero, onde este imediatismo pode ser tão rápido que se de antes da possibilidade de se efetuar a ligação para o numero mencionado ou logo após o numero ser dito. Memória declarativa, onde o nível de compreensão do que se foi assimilado foi tão intenso que pode ser verbalizada com introspecção e referencias própria a determinado assunto pela evocação da memória. Memória de longo prazo, esta é fácil é aquela lembrança que temos de criança ou de muito tempo atrás. Memória de procedimento são aquelas que se dão decorrentes de atos repetidos, ou repetição de um procedimento como, por exemplo, o ato de passar marcha em um carro, nos primeiros momentos você pode ate pensar sobre o assunto depois isto será irrelevante e neste momento que este ato é feito quase que instantâneo sem que se pense a respeito foi firmada a memória de procedimento. Memória x período de consolidação é fácil elucidar este tipo de referencia em memória de procedimento onde a memória de consolidação seria o tempo entre você passar marcha lentamente pensando o passo a passo deste processo e a introspecção destes processos de forma que pareça um instinto ou ato reflexo, algumas vezes confundido, se analisados por uma visão dicotômica estereotipada dos fatos referentes a este, já com uma transcrição adjetivada de minha parte derivada da minha fé no conhecimento interiorizado a respeito do assunto sem que com esta forma de relatar os fatos de minha parte em algum momento possa vir a faltar com a coerência de respeitar as diferentes formas de se pensar sobre o assunto.
A ciência da informação estuda todos estes processos de forma a tornar a informação mais eficiente, rápida, possibilitando assim, por exemplo, a compreensão de métodos mnemônicos a facilidade e possibilidade de assimilar mais rapidamente algo necessário ao crescimento espiritual, profissional, ou demais, principalmente na publicidade como um jingle que podemos nos privilegiar destes conhecimentos para melhor aproveitar como utilizar a ciência da informação para que possamos vender melhor o serviço que prestamos e gerar mais satisfação a nível de design de interface.
criação da informação
Tempo do conhecimento interativo
O tempo é muito relativo! Imagine, por exemplo, um casal de namorados enamorados namorando, meia hora seria uma fração de segundos, porem uma fração de segundos foi o que fez um maratonista que treinou a sua vida inteira tirar o segundo lugar em uma olimpíada.
Tornando a falar do tempo imagine que este foi criado por perceber padrões do decorrer de um dia pela necessidade se poder padronizar métodos de automação comercial e existencial em nível de trabalho sobre a possibilidade do ser humano enquanto indivíduo permanecer em um local.
Percebemos isto facilmente em um relógio analógico onde vemos que o ponteiro percorre um espaço programado em determinada velocidade que determina o tempo, mas como já relacionamos anteriormente este é relativo e anacrônico se relacionado a fatores psíquicos, ou sociais podendo ate se tornar anacrônicos.
Com a Web então estes espaços e tempos ficaram malucos de verdade, a WWW ou world wide web acabou com as fronteiras, o tempo das mensagens e o dialogo entre o visinho e um amigo do outro lado do mundo agora são os mesmos, podendo inclusive ser visual e auditivo o contato entre as pessoas independentemente de barreiras geográficas antes marcantes e castradoras da evolução social, pessoal e comercial.
Interatividade
Interatividade é hoje a palavra chave do mundo digital onde esta possibilidade da margem a análise de um mar de insight que podem retornar para as empresas respostas muito valiosas em nível de produtividade em tempo real, principalmente se fizermos uma analogia a custo deste processo feito anteriormente a estas possibilidades.
Estes fatores foram observados e supervalorizados por empresas e empreendedores que observaram o sucesso de acesso de interfaces super simples que interagiam com os diversos usuários como as diversas comunidades existentes na web.
Outro fator relevante de se relacionar a interatividade é que esta torna fácil a utilização e interação com a maquina e todos os processos intrínsecos ao mesmo, um exemplo muito claro disto foram as primeiras maquinas que eram muito difícil de utilizar sendo necessária uma série de pré-requisitos básicos para que se conseguisse explorar o mínimo dos computadores, dentro deste tópico a Apple e a Microsoft com o sistema de interface Desktop simples lembrando e referenciando um escritório onde teríamos agora pasta lixeira, ou seja, ícones super bem relacionados ao cotidiano e de fácil compreensão deu acesso a compreensão dos meios computacionais a interface homem máquina e interação principalmente no nível de revolucionar os meios de comunicação que agora é em tempo real e qualquer um pode divulgar as suas idéias e difundir suas pesquisas dando pluralidade relativamente importante a possibilidade de crescimento cultural e comercial neste novo ambiente.
Outro fato marcante de se relatar no nível de interatividade foi o surgimento do mouse ou rato de deu em certos momentos a conotação a nova relação eletrônica digital equiparada a reprodução hibrida em plantas, um novo mundo surge destes processos, revolucionando os meios de comunicação, bibliografia e ciência da informação se equiparados principalmente com a interação mecânico analógica, relacionado a sistemas símio antropomorfos que é decorrente da zoologia que equipara primatas extintos relacionando os atuais meios de comunicação digital e os analógicos, dando agora a esta interatividade uma ordem de relação quase que inimaginável onde o computador quase que pode interagir conosco em tempo real como se fosse um dialogo com outro semelhante, revolucionando a informática.
Atualmente esta revolução é tão grande que a internet já é provida pela eletricidade em alguns estados e países, dando novas perspectivas e mais interação a TV principalmente interagindo em tempo real com telespectador e modificando a rede mundial de um sistema de endereçamento Ip de IPV4 para IPV6 por perspectivas de superlotação da rede mundial ate novembro de 2010 caso esta nova reformulação não ocorresse, reformulando principalmente o mercado de trabalho e as cifras em torno deste ate pela velocidade que a informação passa a transcorrer e a quebra de barreiras.
Outro exemplo interessante de interatividade e a manipulação cognitiva do usuário graças a interação dos novos sistemas com linguagens de programação cada vez mais sofisticadas e abrangentes em suas operabilidades, analisadas dentro de aspectos relacionados a semiótica cultural, psicologia, antropologia, sociologia e demais ciências afins, exatas ou epistemológicas, de analise subjetiva a principio de relevância ignóbil, mas com retornos e possibilidades difíceis de se imaginar para os mais céticos.
Neste novo mundo homem e máquina possuem regras e a condição de relação humana tem mudado muito nos últimos tempos decorrente destas novas mídias, sendo hoje algumas interfaces de design relacionadas como mais rápidas que os meios atuais de tecnologia da informação como a televisão rádio ou demais, então estes meios de comunicação estão todos obviamente migrando para esta nova tecnologia que possui uma forma diferenciada de se comunicar excluindo a hierarquia de valores e reconhecimento de certos valores que no decorrer do tempo em algum momento pareceriam absurdos e quem diria ate previstos como impossíveis, onde ate o sexo virou virtual e a prostituição neste meio uma forma a mais de se explorar a pluralidade de possibilidades comerciais deste sistema sensacional que é a WWW ou world wide web.
Deixando as mídias analógicas possíveis a serem referenciadas ao alfabeto criptográfico e a escrita atual de interação com idéia de programação e resposta das mais variadas, interagindo com o usuário ate mesmo em sistemas de percepção e cognição, onde telas substituem o papel e os papeis possuem referencias internas que possibilitam a interação entre este para disseminação da informação por mais que esta possa ser estática a medida que poderia não ser atualizada e, assim como a interação de referencias entre estes documentos facilitando recuperar as informações.
Onde eu não concordei apenas com o fato de que em dado momento relaciona a mídia quente a ausência de contato e a interatividade com a comunicação e informação como fria, uma vez que valores e dados são relevantes de acordo com estereótipos sociais de como estes são entendidos.
Interação mutua
Na interação mutua existe uma reciprocidade instantânea no processo de comunicação entre as partes a grosso modo descritas segundo a minha interpretação da idéia do autor a comunicação direta entre homem x homem e algumas demais possibilidades de comunicação onde exista esta interação imediata do homem x homem.
Interação reativa
Esta idéia segundo o autor viria da idéia de interpretação dele sobre inteligência artificial e design de interfaces onde as possíveis respostas são calculadas e por mais variadas que possam ser no nível de calculo e desenvolvimento de eficácia de programação são restritas a idéia e possibilidade previamente calculadas pelo analista de sistemas, não havendo abrangência nestes processos da mesma forma que há na interação mutua.
Fatores relevantes a serem analisados no processo de interação
Sistemas – que envolveria as partes envolvidas na relação de interação estudada nos diferentes casos em particular assim como as suas singularidades.
Processo – relacionando os fatores de tempo relevantes a cada caso em particular assim como as demais vicissitudes que poderiam intervir nos dados relacionados a este a nível de produção e reação da produção deste processo de comunicação.
Fluxo – como o andamento da relação intrínseca entre os fatores relevantes para a interação de um sistema.
Throughtput – envolve a relação entre os processos derivados da percepção e cognição relativa a cada indivíduo no processo de comunicação entre a relação de quem produz a comunicação inicial e quem a recebe, assim como a decodificação decorrente deste processo e equivalência de relevância entre a mensagem passada e a percepção dela no seu destino.
Relação – diz respeito ao meio por onde se dá esta comunicação, pois cada um terá uma percepção diferente no nível de sua cognição de quem produz a mensagem e quem a recebe, assim como as limitações referentes a esta relação a nível inclusive temporal.
Interface – é quem interage com todos os fatores descritos ate agora que podem possibilitar a interação de um sistema aqui analisados principalmente no nível de sistemas para web que é o objetivo primordial de nosso curso envolvendo a multidisciplinaridade de diversas ciências exatas e epistemológicas assim como todos os processos relacionados a comunicação.
Organização da Informação
O desenvolvimento da tecnologia da informação incorporado as novas mídias tem reformulado a tecnologia entre os seres humanos inclusive em seus costumes, gerando novos interesses principalmente a nível cultural facilmente observado com a crescente disseminação nas mais diversas mídias e formas de comunicação dando mais vida e interação entre os seres humanos e a informação.
Os fatores descritos acima geram uma necessidade de padronização na organização da informação para tornar mais claro tanto o conteúdo quanto o acesso a informação para os mais diversos usuários, onde nesta necessidade de hierarquia da informação no nível de sua organização descritas por especialistas na área em duas etapas.
1. Seqüencial – Apesar de exigir mais de quem produz a informação, é o meio mais simples de organizar a informação, em ordem linear, hierarquia lógica das mesmas de forma seqüencial referente a seu conteúdo inerente a cronologia dos dados exemplificando de forma simples por como uma ordenação de dados de forma alfabética de determinados dados, outro exemplo nítido deste modelo seriam os índices de livros e monografias muito utilizado no nível acadêmico e didática de ensino, aplicado a enciclopédias e glossários.
2. Grade – Ao contrario da organização da informação seqüencial a organização em grades os tópicos e subtópicos não seguem uma hierarquia e os tópicos apresentam uma uniformidade na sua estrutura de compartilhamento dos arquivos costumando devido a hierarquia de sua informação ser direcionado ao publico que possui conhecimentos previas sobre a informação e as relações entre estes.
Organização da informação através de Mapas
Relacionando a etimologia histórica da comunicação, com o surgimento de pictogramas podemos perceber a idéia de mapas pelo homem “primitivo” para se localizar no espaço este produzia mapas por mais que a principio muito simples se relacionados a complexidade da cartografia e atual relevância espacial destas informações é porem incontestável a familiarização do ser humano com os mapas.
Conceito utilizado nas mais diversas organizações como por exemplo: psicologia, sociologia, antropologia dentre outras o uso de mapas cognitivos, na publicidade, jornalismo, dentre outras a utilização de mapas de informações na estrutura como estas serão apresentadas, nas universidades e escolas a didática de ensino percebemos a utilização de mapas conceituais.
Na web sua compreensão didática, visa estruturar em forma de figura de linguagem literalmente, as relações hierárquicas vistas no tópico anterior, facilitando a navegação, usabilidade e a acessibilidade de um site de forma que as etapas tragam interoperabilidade na facilidade de interação do usuário com o sistema.
São relacionados tópicos principais e cronogramas ao desenvolvimento eficiente da informação e o reconhecimento do sucesso de uma interface na relação da análise das etapas de um sistema para web e a construção do mapa conceitual:
1. É feita uma entrevista com um cliente ou um estudo de caso sobre o tema desejado onde anotamos e catalogamos todos os dados referentes e relevantes ao tema, possibilitando a compreensão da funcionalidade deste para poder construir um sistema de fácil compreensão onde os dados podem ser percebidos e acessados pelo usuário de forma intuitiva.
2. Nesta erapa é feita a relação entre os dados da primeira etapa relacionando os dados relevantes entre si e ao tema geral assim como a hierarquia didática destas informações visando dar usabilidade ao sistema.
3. Uma vez que na segunda etapa os dados foram relacionados entre si, nesta etapa é feita uma relação mais profunda entre estes dados e a analise real em relação a cronologia destes dados dentro da hierarquia e analise dos dados das etapas anteriores.
4. É feito o desenho do mapa conceitual com base no desenvolvimento das etapas anteriores, como demonstra a figura abaixo da MAPEARTE, que em seguida usaremos para fazer uma demonstração de estudo de caso do que se foi produzido por esta no nível de estudos destas etapas descritas dentro do tópico de organização da informação e mapeamento conceitual da arquitetura da informação.
André Rossiter

